sábado, 20 de novembro de 2010

Soneto da Gratidão

Do riso genuíno e tão constante
Do gesto carinhoso e verdadeiro
Da sorte de sentir o companheiro
Do gosto de viver a todo instante

Do firme e belo olhar tão penetrante
Do tom de sua voz sempre alegrada
Do jeito de ajeitar desajeitada
Da sua áurea linda, edificante

É feito nosso amor amante-amigo
Que incansavelmente se renova
E no presente vive em nosso abrigo

Assim em versos tímidos lhe digo
Da graça que em meu peito faz a prova
Não por ser minha, mas por ser comigo